Entre 9 e 16 de maio de 2026, um grupo seleto de agentes e operadores brasileiros passou uma semana em Las Vegas com agenda de trabalho. O objetivo era entender o destino por dentro, e a American Journeys conduziu cada passo. A Imersão Las Vegas 2026, promovida pela Tourhub e pela LCB Treinamentos em parceria com a American Journeys, reuniu profissionais-chave do mercado para uma jornada de capacitação sobre a cidade que quase todo mundo acha que conhece. O que eles encontraram foi outra Las Vegas: menos óbvia, mais estratégica e muito mais rentável para quem sabe vendê-la.
Uma operação pensada do aeroporto ao último jantar
A experiência começou antes do primeiro compromisso. O grupo foi recebido no aeroporto com transfer executivo privativo. Cada deslocamento, cada visita e cada refeição foram desenhados para que a semana funcionasse como uma operação, não como um passeio.
Esse nível de curadoria tem uma origem clara. Adriana Fastow vive Las Vegas, opera na cidade o ano inteiro e mantém uma rede de relacionamento local construída ao longo de anos. É o tipo de conhecimento que separa quem entende a engrenagem da cidade de quem apenas a visita. Há muita gente atuando de forma informal no destino, sem acesso aos bastidores e sem os detalhes técnicos que fazem uma venda dar certo. A imersão existiu justamente para mostrar o contrário disso.

Caesars Palace: o acesso que só um operador local abre
Um dos pontos altos da semana foi a recepção no Caesars Palace. O grupo fez uma visita à suíte presidencial, conduzida por Chawki Muhammad Chouchane e sua equipe, e foi recebido com um almoço no Hell's Kitchen, do chef Gordon Ramsay.
Esse tipo de acesso muda a conversa com o cliente final. Uma visita técnica a um espaço como o Caesars Palace dá ao agente argumentos que nenhum folheto entrega: como o espaço funciona, para qual perfil de grupo faz sentido, o que pode ser estruturado ali. É a diferença entre listar um hotel e saber vendê-lo para um grupo premium.

LVCVA: a camada técnica de quem vende Las Vegas para grupos
A semana também trouxe a leitura técnica do destino. ****Jim McMichael, CMP, National Sales Manager da Las Vegas Convention & Visitors Authority (LVCVA), foi até o grupo apresentar, em português, o potencial de Las Vegas para o segmento MICE.
Para quem trabalha com viagens corporativas, de incentivo e eventos, essa é a parte do destino que costuma passar despercebida. Las Vegas recebeu 38,5 milhões de visitantes em 2025 e reúne cerca de 6 milhões de participantes de convenções por ano, com uma infraestrutura de eventos entre as maiores do mundo, segundo a LVCVA. A oportunidade para o mercado brasileiro está em crescer a presença qualificada na cidade, especialmente em viagens temáticas, corporativas e de incentivo. A palestra da LVCVA deu ao grupo o vocabulário e os dados para enxergar isso.

Las Vegas além do óbvio: deserto, esporte e grandes eventos
A imersão atravessou o que a cidade tem de mais amplo. O grupo sobrevoou Las Vegas de helicóptero à noite, percorreu o trecho mais longo e preservado da Rota 66 no Arizona, no ano do centenário da estrada, e conheceu uma das maiores maravilhas naturais do planeta, o Grand Canyon.
A face de entretenimento e de grandes eventos também entrou no roteiro, do Cirque du Soleil aos bastidores do paddock do Las Vegas Grand Prix. Cada experiência foi observada com olhar profissional: para quem isso faz sentido, em qual época, com qual lógica comercial. É assim que um destino vira portfólio.

O que o grupo levou de volta
O grupo era pequeno por escolha. Reuniu nomes que movimentam o mercado brasileiro, de São Paulo a Blumenau, do Paraná a São José do Rio Preto, com agências como CW Tour, OFB Operadora, Travel Compositor, Meri's Viagens, NM Viagens, Tô Indo e Orizz Viagens.
Os depoimentos deram a medida da semana. Gelson Walker, da Tô Indo Viagens e Eventos, trabalha com incentivo corporativo há anos e resumiu o que sentiu: "eu pensava que eu conhecia tudo de Las Vegas". Tadeu, da OFB Operadora, saiu com uma recomendação técnica para o mercado: "se programem pelo menos de 5 a 7 dias para conhecer tudo". Alexandre Palmeira, da CW Tour, foi direto sobre o papel da anfitriã: "foi imprescindível a presença e a participação da American Journeys nessa semana".
Para Luis Borges, CCO da Tour Hub, os objetivos foram plenamente alcançados. "Saímos extremamente satisfeitos com tudo o que vimos e vivemos aqui. O grupo foi participativo, atento e muito profissional. Las Vegas é um destino extraordinário, versátil e repleto de oportunidades para operadores e agentes de viagens", afirmou.

A cidade é um produto. Falta quem saiba traduzi-la
Las Vegas é um destino complexo, diverso e extremamente lucrativo quando bem trabalhado. A Imersão 2026 mostrou na prática o que muda quando uma agência tem ao lado quem opera a cidade de dentro: acesso, contexto e segurança para vender com autoridade. Esse é o trabalho da American Journeys o ano inteiro.
Para agências e empresas focadas em turismo de experiência e MICE, esse é o tipo de parceria que transforma Las Vegas em produto de alto valor. Fale com a American Journeys e construa esse produto com quem vive o destino de dentro.
